Lucro operacional semestral da Kobayashi Pharmaceutical despenca 68% para ¥2.162 milhões, apesar da alta de 2,5% nas vendas

A fabricante de Osaka de medicamentos isentos de prescrição e produtos domésticos elevou as vendas líquidas do primeiro semestre em 2,5%, para ¥70.749 milhões, nos seis meses encerrados em 30 de junho, mas o lucro operacional despencou 67,5%, para ¥2.162 milhões, e o lucro atribuível aos proprietários da controladora caiu 64,1%, para ¥1.136 milhões. O estrago está quase todo em uma única linha: as despesas comerciais, gerais e administrativas subiram ¥4.672 milhões, enquanto o lucro bruto ganhou apenas ¥185 milhões. A projeção para o exercício completo encerrado em dezembro de 2026 permaneceu intocada.

Kobayashi Pharmaceutical Co., Ltd. Kobayashi Pharmaceutical Co., Ltd. · Tokyo Stock Exchange Prime

A Kobayashi Pharmaceutical Co., Ltd. (TSE: 4967) divulgou em 6 de agosto seus resultados consolidados do primeiro semestre do exercício encerrado em dezembro de 2026 — os seis meses de 1º de janeiro a 30 de junho de 2026 — segundo as normas contábeis japonesas. Trata-se de uma demonstração intermediária, ou acumulada do segundo trimestre, de uma companhia com encerramento em dezembro, e não de um resultado de exercício encerrado em março. As vendas líquidas subiram 2,5%, para ¥70.749 milhões, mas todas as linhas de lucro recuaram com força: o lucro operacional caiu 67,5%, para ¥2.162 milhões, o lucro ordinário 58,5%, para ¥3.006 milhões, o lucro antes de impostos 47,7%, para ¥2.221 milhões, e o lucro semestral atribuível aos proprietários da controladora 64,1%, para ¥1.136 milhões. O lucro por ação foi de ¥15,29, ante ¥42,61 um ano antes. A margem operacional comprimiu-se para apenas 3,1%, de 9,6% — uma contração de 6,6 pontos sobre uma base de vendas que, na verdade, cresceu. Uma linha se moveu no sentido oposto: o resultado abrangente voltou ao positivo, em ¥3.103 milhões, ante um saldo negativo de ¥896 milhões, impulsionado por um ganho de conversão cambial de ¥2.492 milhões que não transita pela demonstração de resultados. Não houve divulgação de LPA diluído, pois a companhia não possui ações potenciais diluidoras em circulação.

A administração enquadrou o semestre em dois contextos. O primeiro é a resposta contínua ao problema dos suplementos de arroz de levedura vermelha (beni-koji): a Kobayashi afirma priorizar uma indenização sincera aos que sofreram danos à saúde, ao mesmo tempo em que executa com firmeza as medidas de prevenção de recorrência que formulou. O segundo é externo. O comunicado cita uma rápida escalada do risco geopolítico, incluindo o conflito militar decorrente da situação no Oriente Médio, somada à consequente desorganização da logística internacional, à alta dos preços de energia, à maior dificuldade em assegurar insumos, à volatilidade cambial e ao endurecimento regulatório em diversos países. A empresa afirma que o impacto direto da situação no Oriente Médio sobre os resultados semestrais foi pequeno, mas que reduziu parte de suas atividades de publicidade e promoção de vendas em resposta.

Para onde foi o lucro: despesas comerciais e administrativas ¥4.672 milhões maiores, com lucro bruto quase parado

A demonstração de resultados torna o colapso fácil de localizar. O custo das vendas subiu 4,7%, para ¥34.418 milhões, mais rápido que o avanço de 2,5% das vendas, de modo que o lucro bruto cresceu apenas 0,5%, para ¥36.330 milhões, e a margem bruta recuou para 51,3%, de 52,4%. Todo o resto aconteceu uma linha abaixo. As despesas comerciais, gerais e administrativas saltaram 15,8%, ou ¥4.672 milhões, para ¥34.168 milhões, levando sua participação nas vendas a 48,3%, de 42,7%. Coloque um aumento de custo de ¥4.672 milhões diante de um ganho de lucro bruto de ¥185 milhões e você tem essencialmente toda a queda de ¥4.486 milhões no lucro operacional — foi uma decisão de gasto, não uma falha de demanda. A ponte por segmentos conta a mesma história: o lucro doméstico caiu ¥3.903 milhões, o prejuízo internacional aprofundou-se em ¥679 milhões, o pequeno segmento "Outros" acrescentou ¥64 milhões e a eliminação intersegmentos melhorou ¥31 milhões.

Abaixo da linha operacional, o quadro é menos sombrio. Receitas não operacionais de ¥996 milhões contra despesas não operacionais de ¥151 milhões elevaram o lucro ordinário a ¥3.006 milhões. As receitas extraordinárias somaram ¥851 milhões, e as despesas extraordinárias caíram para ¥1.636 milhões, de ¥3.175 milhões um ano antes: a perda relacionada ao recolhimento de produtos recuou para ¥661 milhões, de ¥2.912 milhões, embora tenha surgido um novo encargo — ¥683 milhões de custos de integração de instalações pela realocação e descarte de equipamentos após a conclusão do Saito Monozukuri Lab, que funde as funções de P&D do Laboratório Central de Pesquisa com o braço de desenvolvimento tecnológico da divisão industrial antes abrigado na fábrica de Osaka.

Doméstico: vendas mantidas, lucro do segmento ¥3.903 milhões menor

O negócio doméstico — o segmento central do grupo — registrou vendas de ¥54.617 milhões, alta de 1,8%, mas lucro de segmento de apenas ¥4.291 milhões, queda de 47,6% ante os ¥8.194 milhões obtidos sobre ¥53.660 milhões um ano antes. Esse valor de vendas inclui vendas e transferências intersegmentos de ¥2.618 milhões, ante ¥1.903 milhões, de modo que as vendas a clientes externos somaram ¥51.999 milhões. Nove novos produtos lançados nesta primavera foram creditados pelo avanço da receita: Salacia 100 Premium, um suplemento voltado tanto à glicemia pós-prandial quanto à hemoglobina glicada (HbA1c); Breath Care Tablete Carbonatado, um refrescante bucal em formato de comprimido; Bihaku Sumigaki Premium, um creme dental que alisa a superfície do esmalte para resistir a manchas; e Shoshuriki ZERO Spray, um desodorizador sem fragrância voltado a dez odores domésticos comuns. A publicidade, suspensa durante o recolhimento voluntário dos produtos de arroz de levedura vermelha, roda ininterruptamente desde a retomada plena das campanhas de televisão em julho de 2025.

Os três agrupamentos de produtos domésticos moveram-se em direções diferentes. A linha de saúde subiu ¥569 milhões, ou 2,0%, para ¥29.218 milhões. Os produtos domésticos recuaram ¥99 milhões, ou 0,4%, para ¥22.049 milhões, e os aquecedores de bolso descartáveis — a menor linha e a mais dependente do clima — caíram ¥227 milhões, ou 23,7%, para ¥731 milhões. O efeito líquido foi um aumento de ¥242 milhões, ou 0,5%, nas vendas domésticas externas. O número de saúde traz uma nota que muda materialmente sua leitura: a companhia encerrou as vendas por sua própria loja on-line e central de atendimento no fim de dezembro de 2025, e o número de saúde do ano anterior, ¥28.649 milhões, ainda inclui ¥1.483 milhões dessa receita de venda direta já descontinuada. Excluída, a base comparável cai para cerca de ¥27.166 milhões, o que significa que o negócio de saúde remanescente cresceu mais perto de 7,6% do que de 2,0%.

Internacional: vendas 8,1% maiores, mas o prejuízo ampliou-se para ¥2.175 milhões

O negócio internacional vende aquecedores de bolso, o adesivo refrescante para a testa Netsusama Sheet e o analgésico anti-inflamatório de uso tópico Ammeltz, principalmente nos Estados Unidos, na China e no Sudeste Asiático. A Kobayashi afirma ter investido agressivamente em publicidade e promoção de vendas para ampliar o faturamento — e é exatamente daí que vem o vermelho do segmento. As vendas subiram 8,1%, para ¥19.195 milhões, incluindo vendas intersegmentos de ¥792 milhões contra ¥739 milhões, de forma que as vendas externas foram de ¥18.403 milhões, alta de ¥1.387 milhões ou 8,2%. Ainda assim, o segmento registrou um prejuízo de ¥2.175 milhões, maior que o prejuízo de ¥1.496 milhões de um ano antes.

A divisão regional é nitidamente contrastada. Os Estados Unidos caíram ¥670 milhões, ou 8,5%, para ¥7.217 milhões, por problemas de fornecimento em produtos de saúde que persistem desde o primeiro trimestre. A China disparou ¥1.257 milhões, ou 34,0%, para ¥4.954 milhões, liderada por Netsusama Sheet e Ammeltz, com muitos outros produtos também indo bem. O Sudeste Asiático somou ¥440 milhões, ou 12,4%, para ¥3.999 milhões com essas mesmas duas marcas, e as demais regiões subiram ¥360 milhões, ou 19,3%, para ¥2.231 milhões. À parte, o segmento "Outros" — transporte rodoviário, fabricação de embalagens de resina sintética, gestão imobiliária e planejamento e produção publicitária, cada atividade gerida com resultado próprio — elevou as vendas em 9,5%, para ¥3.402 milhões, e quase dobrou o lucro do segmento, para ¥133 milhões ante ¥69 milhões, embora quase toda essa receita seja interna: as vendas externas somaram apenas ¥347 milhões contra ¥3.055 milhões de faturamento intersegmentos.

Projeção intocada: 83% da meta de lucro ficam agora para o segundo semestre

A Kobayashi não revisou sua projeção anual, que permanece igual à orientação divulgada em 10 de fevereiro de 2026 junto com os resultados do exercício 12/2025. Para os doze meses encerrados em 31 de dezembro de 2026, segue orientando vendas líquidas de ¥173.000 milhões, alta de 4,4%, lucro operacional de ¥12.500 milhões, queda de 16,2%, lucro ordinário de ¥13.000 milhões, queda de 23,5%, e lucro líquido atribuível aos proprietários da controladora de ¥10.000 milhões, alta de 173,5%, para um lucro anual por ação de ¥134,52. A aritmética de manter isso intacto é exigente. As vendas do primeiro semestre representam 40,9% da meta anual, uma ponderação bastante normal para um negócio cujas linhas de aquecedores de bolso e remédios para resfriado se concentram nos meses frios. Mas o lucro operacional semestral é apenas 17,3% do valor anual, o lucro ordinário 23,1% e o lucro líquido meros 11,4%. Em termos absolutos, o segundo semestre precisa entregar cerca de ¥102.251 milhões de vendas, ¥10.338 milhões de lucro operacional e ¥8.864 milhões de lucro líquido — quase cinco vezes o lucro operacional contabilizado nos primeiros seis meses. O elevadíssimo avanço percentual projetado na linha líquida reflete uma base comparativa incomumente deprimida, o que implica um lucro líquido de 2025 de aproximadamente ¥3.700 milhões após os custos associados ao recolhimento do arroz de levedura vermelha.

Um balanço ¥23.437 milhões mais leve e um fluxo de caixa operacional quase evaporado

O ativo total caiu ¥23.437 milhões, para ¥251.891 milhões. A companhia atribui isso a uma redução de ¥15.284 milhões em caixa e depósitos e de ¥18.054 milhões em duplicatas e contas a receber, parcialmente compensada por um aumento de ¥6.121 milhões em mercadorias e produtos acabados. O passivo recuou ¥22.128 milhões, para ¥42.192 milhões, puxado por uma queda de ¥14.438 milhões em outras contas a pagar e de ¥3.695 milhões em obrigações registradas eletronicamente. O patrimônio líquido cedeu ¥1.309 milhões, para ¥209.699 milhões, com uma redução de ¥3.323 milhões nos lucros acumulados parcialmente compensada por um aumento de ¥2.492 milhões no ajuste de conversão cambial. O capital próprio ficou em ¥208.846 milhões e o índice de capital próprio saltou para 82,9%, de 76,3% — uma leitura excepcionalmente forte, produzida pela redução de alavancagem e não por lucros retidos. A provisão para perdas relacionadas ao recolhimento de produtos estava em ¥1.351 milhões, ante ¥2.176 milhões no encerramento do exercício.

O tanshin semestral inclui, sim, uma demonstração consolidada completa dos fluxos de caixa — e é a peça menos lisonjeira do documento. O fluxo de caixa operacional desabou para ¥460 milhões, de ¥14.206 milhões, queda de 96,8%. Ao lucro antes de impostos de ¥2.221 milhões e à depreciação de ¥4.034 milhões somou-se uma redução de ¥18.399 milhões nas contas a receber comerciais, mas essa entrada foi consumida por um aumento de ¥6.790 milhões nos estoques, uma redução de ¥4.430 milhões nas contas a pagar comerciais, uma redução de ¥7.846 milhões em outras contas a pagar e ¥2.032 milhões de impostos pagos. O fluxo de investimento foi de ¥10.220 milhões negativos, contra ¥8.361 milhões negativos, dominado por ¥10.137 milhões de aquisições de imobilizado, com ¥2.291 milhões aplicados em depósitos a prazo e ¥1.887 milhões resgatados. O fluxo de financiamento foi de ¥4.587 milhões negativos, contra ¥4.508 milhões negativos, essencialmente os ¥4.458 milhões de dividendos pagos. O fluxo de caixa livre ficou, portanto, em ¥9.760 milhões negativos, contra ¥5.845 milhões positivos um ano antes, e o caixa e equivalentes encerrou o semestre em ¥50.797 milhões, ¥13.896 milhões abaixo dos ¥64.693 milhões do fechamento do exercício.

As ações emitidas, incluindo as em tesouraria, somavam 78.050.000, com 3.711.379 ações em tesouraria e uma média de 74.338.717 ações em circulação no período. Não houve alterações no perímetro de consolidação, nem mudanças de políticas ou estimativas contábeis, nem reapresentações. Como é padrão em um tanshin japonês de segundo trimestre, as demonstrações não foram revisadas pelos auditores da companhia. Uma nota sobre passivos contingentes merece atenção: mais de dois anos após divulgar os danos à saúde e o recolhimento voluntário, a Kobayashi segue reunindo informações e liquidando custos de recolhimento junto a clientes corporativos, e segue processando pedidos de indenização e pagamentos de despesas médicas de consumidores afetados. Uma provisão foi reconhecida na medida em que a companhia consegue estimar razoavelmente a exposição, mas, para questões como litígios que escapam a uma estimativa razoável, ela afirma sem rodeios que não pode estimar razoavelmente o total e que custos adicionais podem surgir.

Dois eventos subsequentes: uma fábrica chinesa vendida e um ganho de ¥3.282 milhões com a PALTAC no terceiro trimestre

A nota de eventos subsequentes relevantes do tanshin traz dois itens, ambos com efeito no segundo semestre. Primeiro, em reunião do conselho realizada no próprio dia da divulgação — 6 de agosto de 2026 — a Kobayashi deliberou transferir a totalidade de sua participação na Jiangsu Kobayashi Pharmaceutical Co., Ltd., uma subsidiária indireta consolidada que fabrica medicamentos isentos de prescrição, entre eles tratamentos para micose de pé e acne, para a Wanquan Wante Pharmaceutical (Xiamen) Co., Ltd. O negócio foi adquirido em junho de 2018, quando a holding chinesa do grupo, Kobayashi Pharmaceutical (China) Co., Ltd., comprou a Jiangsu Zhongdan Pharmaceutical Co., Ltd. e a renomeou. Ao revisar as mudanças recentes no sistema regulatório farmacêutico e no ambiente de mercado da China, junto com seu próprio portfólio, a companhia concluiu que pode expandir seu negócio chinês de medicamentos isentos de prescrição sem possuir uma fábrica. A transferência está prevista para o fim de outubro de 2026 e deixará participação de 0%. A Kobayashi espera registrar uma perda extraordinária no exercício 12/2026, com o valor ainda em apuração.

Segundo, em 9 de junho de 2026 o conselho deliberou aderir com todas as suas ações da PALTAC Corporation à oferta pública de aquisição conduzida pela Medipal Holdings Corporation. A venda foi concluída em 8 de julho de 2026 e produzirá um ganho na venda de títulos de investimento de ¥3.282 milhões, a ser registrado como receita extraordinária no terceiro trimestre do exercício 12/2026. Nenhum dos dois itens está refletido na projeção anual, anterior a ambos: um ganho confirmado de valor conhecido, uma perda de valor desconhecido e nenhuma alteração nos números da capa.

Dividendo intermediário elevado a ¥45,00, com ¥106,00 previstos para o ano

Apesar do colapso do lucro, o retorno ao acionista foi ampliado. A companhia declarou um dividendo intermediário de ¥45,00 por ação, ante ¥44,00 um ano antes, com pagamento previsto para começar em 3 de setembro de 2026. Mantém a projeção de um dividendo final de ¥61,00, para um total anual de ¥106,00, contra ¥104,00 no exercício de 2025 (¥44,00 intermediário mais ¥60,00 final), sem revisão em relação à projeção de dividendos anunciada anteriormente. Os dividendos efetivamente pagos no semestre somaram ¥4.458 milhões — confortavelmente acima dos ¥1.136 milhões ganhos, o que explica a queda de ¥3.323 milhões nos lucros acumulados. Com o LPA anual projetado de ¥134,52, o pagamento de ¥106,00 implica um índice de distribuição de aproximadamente 79% — um patamar que só faz sentido se a administração estiver confiante de que a recuperação de lucro do segundo semestre embutida na projeção realmente ocorrerá. A Kobayashi protocolou seu relatório semestral em 7 de agosto e realizou em 6 de agosto uma apresentação de resultados para investidores institucionais e analistas, com material complementar publicado em seu site no mesmo dia.

Kobayashi Pharmaceutical Co., Ltd. — Números-chave do 1º semestre do exercício 12/2026 (normas japonesas, consolidado)
Indicador1S 12/20261S 12/2025Variação anual
Vendas líquidas (¥ milhões)70.74969.018+2,5%
Custo das vendas (¥ milhões)34.41832.873+4,7%
Lucro bruto (¥ milhões)36.33036.145+0,5%
Margem bruta51,3%52,4%−1,0 p.p.
Despesas comerciais, gerais e admin. (¥ milhões)34.16829.496+15,8%
Lucro operacional (¥ milhões)2.1626.648−67,5%
Margem operacional3,1%9,6%−6,6 p.p.
Lucro ordinário (¥ milhões)3.0067.245−58,5%
Lucro antes de impostos (¥ milhões)2.2214.248−47,7%
Lucro atrib. aos proprietários (¥ milhões)1.1363.167−64,1%
Resultado abrangente (¥ milhões)3.103−896Voltou ao lucro
Lucro por ação (¥)15,2942,61−64,1%
Vendas do segmento doméstico (¥ milhões)54.61753.660+1,8%
Lucro do segmento doméstico (¥ milhões)4.2918.194−47,6%
Vendas do segmento internacional (¥ milhões)19.19517.755+8,1%
Prejuízo do segmento internacional (¥ milhões)−2.175−1.496Prejuízo maior
Vendas do segmento "Outros" (¥ milhões)3.4023.106+9,5%
Lucro do segmento "Outros" (¥ milhões)13369+92,2%
Fluxo de caixa operacional (¥ milhões)46014.206−96,8%
Fluxo de caixa de investimento (¥ milhões)−10.220−8.361Saída maior
Fluxo de caixa de financiamento (¥ milhões)−4.587−4.508Saída maior
Caixa e equivalentes no fim do período (¥ milhões)50.79747.032+8,0%
Dividendo intermediário por ação (¥)45,0044,00+¥1,00

A JapanStockPulse fornece conteúdo apenas informativo e não constitui aconselhamento de investimento. Os números provêm do comunicado de resultados publicado pela empresa e podem estar sujeitos a revisão posterior.